O Brasil que Fomos, o Brasil que Somos e o Brasil que Podemos Ser

Este ensaio propõe uma leitura histórico-crítica do Brasil contemporâneo, da redemocratização à polarização política atual.

Partindo do panorama histórico, institucional, econômico e social entre 1985 e 2026, procuro compreender não apenas os governos e suas circunstâncias, mas também algumas estruturas que atravessam nossa experiência democrática: a bipolarização partidária, a memória histórica, o personalismo político, a relação entre interesse individual e interesse coletivo e a possibilidade de uma perspectiva moderada.

Não se trata de indicar candidatos ou partidos. Trata-se de pensar criticamente o país que fomos, compreender o país que somos e perguntar que Brasil ainda podemos construir.


O voto é particular, mas o “nós” precisa prevalecer para que ele seja eficaz.



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